É finalmente altura de relatar o jantar do passado dia 1 de Setembro.
O manjar, da autoria do "Bacano" e da Filipa foi inspirado na cozinha mexicana.
Os vinhos, todos eles tintos, estavam à temperatura correcta ou próximo disso. De facto não é fácil conseguir decantar um vinho e manter a temperatura correcta durante muito tempo.
Da lista de vinhos, por ordem de consumo, constava, Padre Pedro 2004 – Ribatejo (1), Quinta dos Quatro Ventos 2002 - Reserva – Douro (1), Quinta de Cabriz 1999 - Reserva (1), Casa de Aguiar 2004 (Beiras) (2).
Pessoalmente não posso deixar de destacar o Quinta dos Quatro Ventos, sem dúvida um dos melhores vinhos que me recordo de beber, cheio de fruta, puro veludo no nariz e na boca, com uma cor e textura que promete longevidade, sem dúvida imperdível. O quinta de Cabriz apresentou-se com cor que demonstrava a idade mas ficou a ideia de que estará muito próximo do seu fim, falta-lhe potência, os anos parecem não o ter conseguido amaciar. O Padre Pedro é um vinho correcto mas com pouco mais do que isso, não podemos deixar de referir que este era o primo pobre do manjar bem como da grande e correctamente afamada Casa de Cadaval. Quanto ao Casa de Aguiar chegou cheio de fruta, com cor escura, de corpo médio, com taninos finos a pedir temperatura correcta. É um vinho com óptima relação qualidade/preço o que só por isso justifica a sua prova.
E foi assim... quanto ao resto o do costume. Óptima comida, óptima companhia, logo óptima noite.
"VENHÃO MAIS CINCO"
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
terça-feira, 4 de setembro de 2007
28
Lisboa, 4 de Setembro de 2007
São cinco da tarde e estão 31 graus.
Sentada numa mesa de esplanada junto à Sé uma jovem, aparentando 30 anos, acena para o empregado de mesa. Em poucos instantes este aproxima-se.
– Boa tarde! Em que posso servi-la?
A jovem pede a carta de vinhos e aguarda observando o 28 passar.
Na mesa ao lado um casal de italianos bebe uma coca-cola. Entretanto o empregado, que não parece ter mais de 25 anos, volta com a carta.
Enquanto observava a lista de “brancos”, o jovem empregado, que se manteve junto à mesa, aguarda tentanto seguir-lhe o olhar. A dada altura exclama.
– Esses são muito caros, veja no início da página aí estão os mais baratos!
A jovem, olha para o empregado, e num tom simpático agradece.
– Não é bem o que estou à procura. Se não se importa traz-me uma garrafa de Três Bagos (Lavradores de Feitoria - branco 2006). Já agora, traga-me dois copos.
O jovem corou ligeiramente e dirigiu-se ao interior do restaurante.
Ela esboçou um sorriso. Nisto uma campainha toca. Era mais uma vez o 28.
28 euros foi quanto a jovem pagou pela garrafa de vinho na esplanada.
São cinco da tarde e estão 31 graus.
Sentada numa mesa de esplanada junto à Sé uma jovem, aparentando 30 anos, acena para o empregado de mesa. Em poucos instantes este aproxima-se.
– Boa tarde! Em que posso servi-la?
A jovem pede a carta de vinhos e aguarda observando o 28 passar.
Na mesa ao lado um casal de italianos bebe uma coca-cola. Entretanto o empregado, que não parece ter mais de 25 anos, volta com a carta.
Enquanto observava a lista de “brancos”, o jovem empregado, que se manteve junto à mesa, aguarda tentanto seguir-lhe o olhar. A dada altura exclama.
– Esses são muito caros, veja no início da página aí estão os mais baratos!
A jovem, olha para o empregado, e num tom simpático agradece.
– Não é bem o que estou à procura. Se não se importa traz-me uma garrafa de Três Bagos (Lavradores de Feitoria - branco 2006). Já agora, traga-me dois copos.
O jovem corou ligeiramente e dirigiu-se ao interior do restaurante.
Ela esboçou um sorriso. Nisto uma campainha toca. Era mais uma vez o 28.
28 euros foi quanto a jovem pagou pela garrafa de vinho na esplanada.
to you Zeljka :)
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
A prova
Amanhã dia 1 de Setembro, num jantar entre amigos, será realizada uma prova de vinhos. Cada um de nós vai levar uma garrafa para partilhar com o resto do grupo. Eu vou apresentar um Quinta dos Quatro Ventos – Reserva 2002. Boa escolha, não!!!
Segunda-feira cá estarei para vos prestar contas desse jantar.
Saudações enófilas e bom fim-de-semana.
Segunda-feira cá estarei para vos prestar contas desse jantar.
Saudações enófilas e bom fim-de-semana.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Altano Reserva 2005 - 16,5 pt
Engarrafado em setembro de 2006, este tinto proveniente do douro, produzido com 75% de touriga franca e 25% de touriga nacional, chega até nós com um preço muito interessante tendo em conta o néctar que se encontra na "ampola de vidro".
Opaco, com um nariz vegetal, na boca apresenta uma densidade média/alta muito característica da região do douro.
Pronto para ser consumido de imediato (recomendo muita atenção à temperatura, decantação e algum arejamento), parece-me ter algum potêncial para a guarda em garrafa.
Enfim, o douro continua a ser um porto seguro para apreciadores de vinhos com este tipo de características.
Opaco, com um nariz vegetal, na boca apresenta uma densidade média/alta muito característica da região do douro.
Pronto para ser consumido de imediato (recomendo muita atenção à temperatura, decantação e algum arejamento), parece-me ter algum potêncial para a guarda em garrafa.
Enfim, o douro continua a ser um porto seguro para apreciadores de vinhos com este tipo de características.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
T-Nac 2005 - 17 pt
Assinado "by Falorca" este monocasta de touriga nacional do Dão com designação aparentemente estranha mas bem conseguida, e com alguma originalidade, apresenta cor escura, demonstrando muita fruta madura. Os aromas são próprios da casta e estão lá todos muito bem "cozinhados" com a madeira. Apesar de se sentir ainda alguma rebeldia e juventude (o que lhe confere longevidade) apresenta já sinais acetinados. É sem dúvida um grande vinho, ideal para acompanhar carnes vermelhas, pratos bem condimentados ou uma conversa entre amigos.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Preto e Branco 2004 - 17 pt
Mais um excelente vinho com assinatura da Quinta do Encontro.
Este tinto cujo nome deriva do facto de ser produzido com castas tintas e brancas é um verdadeiro "encontro" com o prazer de degustar vinhos de qualidade da região da bairrada. Está um vinho acetinado, encorpado, cheio de fruta madura que será certamente um bom companheiro para pratos de carne ou para um "encontro" entre amigos.
Numa palavra: imperdível.
Este tinto cujo nome deriva do facto de ser produzido com castas tintas e brancas é um verdadeiro "encontro" com o prazer de degustar vinhos de qualidade da região da bairrada. Está um vinho acetinado, encorpado, cheio de fruta madura que será certamente um bom companheiro para pratos de carne ou para um "encontro" entre amigos.
Numa palavra: imperdível.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Estamos de volta
A santa_GARRAFEIRA está de volta e promete já para amanhã novidades.
Saudações enófilas.
Saudações enófilas.
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