quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Está a chegar o Natal


Está a chegar o Natal. Com ele o desespero pela melhor prenda para um amigo ou amiga, para um colega, para uma entidade ou empresa à qual gostaria de oferecer algo.


A santa_GARRAFEIRA resolveu fazer um pequeno apelo a todos os seu visitantes. Este ano, deixe de lado a tradicional garrafa de whisky, ofereça um produto nacional. Temos hoje excelentes produtos tradicionais, gourmet, chic, retro, modernos, com design mais ou menos moderno e apelativo, sei lá, um rol infinito de possibilidades. Os vinhos nacionais são disso exemplo, diversidade, qualidade, tradição e modernidade estão bem presentes em algumas das nossas casas produtoras.

Boas provas e boas compras. Portugal agradece!

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Quinta das Baceladas 2003 – Tinto


Do casamento das castas Baga, Cabernet Sauvignon e Merlot, estagiado 12 meses em barricas de carvalho francês, nasceu este elegante tinto.


De cor rubi, no nariz são os aromas a frutos maduros e as notas de tosta, resultado do estágio em madeira que prevalecem. Com taninos redondos perfeitamente equilibrados com a fruta.

Temperatura de serviço: entre os 16º e os 18º C.

Ideal para acompanhar pratos de carnes vermelha e queijos.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Boa temperatura


Parece que este ano o inverno não quer chegar!

Contudo, para a garrafeira a temperatura parece começar a ser cordata. Já lá vão os dias de 25 º dentro de casa, agora os tintos já estão bem perto dos 20º, uma temperatura quase correcta. Agora sim, pode dizer que o vinho se deve beber à temperatura ambiente. Claro está que ainda assim depende dos vinhos, dos anos de colheita, da sua estrutura. De qualquer forma já é bem notória a diferença de abrir uma garrafa e ter de "lutar" para a temperatura não aumentar. Agora pode com toda a correcção, abrir um tinto deixá-lo respirar ou decantar e beber sem recorrer a alternativas mais ou menos agressivas para o vinho.

Boas provas!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Esporão 2004 –Touriga Nacional


A Herdade do Esporão apresenta-nos um monovarietal de excelência.

Todo ele de cor rubi, com densidade média. É um tinto de aroma doce, equilibrado, com ligeiras notas a madeira. Na boca, o casamento entre a fruta e a madeira está tão correcto, acetinado que o torna guloso.

Eis um vinho a altamente recomendado que pode ser encontrado com relativa facilidade a um preço mais do que razoável.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Carrascões 2007


Aos meus amigos e companheiros "Carrascões" votos de mais um grande e histórico jantar.

No próximo sábado comemoramos mais um aniversário e com ele festejamos a amizade, o vinho e o futuro.

Como qualquer bom "Carrascão" só posso lamentar o facto de não poder estar presente em mais um convívio.

Daqui a seis meses estarei seguramente presente para festejar mais uma vez a festa da amizade e do vinho.

Um abraço para todos do vosso sempre amigo Simão.

Consensus 2003 (tinto)


Produzido pela DFJ, este ribatejano parece ainda um pouco aústero. Este é um daqueles vinhos que precisa de tempo para mostrar as suas virtudes.

Completamente opaco, retinto quase negro está um vinho que requer decantação prévia. Na prova foi-nos possível constatar as diversas fases de evolução resultado da oxigenação natural.

As notas a madeira sobrepõem-se notóriamente às da fruta o que o torna ainda pouco harmonioso, ácido e com final seco. É um daqueles vinhos que deve ser servido à temperatura correcta a acompanhar queijos, pratos de carne vermelha, bastante condimentados e apurados.

Não está, por agora, um vinho para acompanhar uma conversa.

Boas provas e bom fim-de-semana

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A Tertúlia


Tal como prometido aqui estou hoje para fazer uma pequena descrição da noite da passada sexta-feira.
Por volta das 22 horas a chegada dos convivas. Para libertar o espírito começou por ser preparado pelo amigo Mário um Gin tónico com muito gelo, tónica, limão, hortelã e açucar mascavado. Apenas um comentário, MUITO BOM!
Para início da petisqueira estava preparada uma mesa de queijos de todas as regiões, cores, formas e sabores – tomates cherry com azeite, vinagre balsâmico e oregãos – cogumelos com queijo de cabra, ervas aromáticas e azeite – tostas – umas belas azeitonas alentejanas.

Aqui os mestres de serimónia foram dois brancos pela ordem que os apresento. Primeiro um Monte da Peceguinha (branco) 2005 e depoís já com menos acidez mas com estrutura semelhante um Quinta das Marias (branco) 2005.
Depoís das entradas veio o prato principal. Uma bolonhesa à qual se acrescentou pequenos cubos de bringela e um pouco de queijo de cabra.

Para este momento já estavam previamente decantadas algumas garrafas de Quinta dos Quatro Ventos Reserva (tinto) 2002. Sem comentários! Depois de umas boas garrafas ainda se haveria de beber um VT (tinto) 2004. A sobremesa foi também variada. Gelado, bolo de chocolate, mel com pinhões, com amêndoas e com nozes e ainda haveria de se voltar aos queijos. Para digestivo uma Aguardente Velha Reserva CRF. Daqui em diante como se pode calcular foi ver passar o tempo a voar, as conversas foram muitas e variadas, a boa disposição era geral e a música animada. Como bons copos que são estes tertulianos do Cartaxo ainda havia espaço para mais Vodka Moskovskaya, para uns, aguardente para outros, ou para uns quantos como eu mais um tinto.

Foi boa, muito agradável e longa esta tertúlia que terminou lá para as 6 de manhã de sábado.

É bom estar entre amigos!