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Segunda edição deste tinto de José da Mota Capitão, produzido no Torrão, a partir de uvas de vinhas plantadas em 2002 da casta italiana Sangiovese.
De cor rubi, avermelhado, mostra baixa concentração.
O nariz, é irresistível! Exótico, especiado, com fruta de elevada qualidade. O trabalho da barrica está perfeito atribuindo-lhe, ainda, maior elegância.
Na Boca, é delicado. Ainda que com taninos algo espigados a acidez está equilibrada. Algumas notas vegetais fundidas com a tosta da barrica. Fim-de-boca médio/longo.
Estamos perante um vinho com longevidade em garrafa assegurada, talvez por isso, o melhor seja mesmo aguardar algum tempo antes de o beber.
Elaborado a partir das castas Aragonês, Syrah e Touriga Nacional, apresenta cor vermelha vibrante. O aroma é intenso e jovem, destacando-se notas a frutos de baga. Boca viva, fresca com um final longo e ligeiramente adocicado.
A pedido de um amigo, deixo uma pergunta no ar. Porquê "Guarda Rios" e não "Guarda-Rios"?
Parabéns para este novo produtor ribatejano (Vila Chã de Ourique – Cartaxo)!
Seguramente voltaremos a falar e ouvir falar dos vinhos de Vale D'Aldares!
Feito apenas de Baga, a cor revela pequena evolução em garrafa. O aroma está, agora, agradável mas ligeiro, dominado pela fruta, apresenta ainda alguma notas de compota. Na boca está um tinto suave (para a casta), bem feito, com uma estrutura bastante razoável. Apesar da longevidade dos vinhos produzidos com esta casta, deve ser consumido desde já. Se tiver possibilidade guarde uma ou duas garrafas para ver a sua evolução.
Uma desvantagem para este vinho é o preço, vale no entanto o investimento, é que este é um vinho bem feito, diferente, de uma casta 100% nacional.
Boas provas!
As férias estão a terminar mas nem tudo é mau, a santaGARRAFEIRA está de volta, na próximas quarta-feira, e traz algumas novidades.
Guarda Rios Rosé 2006
Luís Pato Vinhas Velhas Tinto 2004
Anima L5 Tinto
Temos ainda imagens do primeiro ano de vinificação em garagem (literalmente), da pequena produção de uma vinha com um ano e meio, são 175 pés que produziram uvas de alta qualidade, os pássaros são dela testemunhas :), ainda assim a vindima fez-se, a rentabilidade ainda é pequena mas o barril está cheio :).
Ainda que seja cedo para avaliar, o futuro parece promissor, pelo menos a fermentação foi conseguida e o vinho apresenta condições para passar à fase seguinte. Parecia tarefa fácil mas, de facto, é bem mais complexa do que alguma vez podia imaginar. De uma coisa estou certo, não vamos desistir, e algo foi aprendido, para o ano há mais!
Participe na votação que está a decorrer. Diga-nos, de que região de Portugal continental mais vinhos compra.
Obrigado!
Gostaria de informar todos os visitantes da santaGARRAFEIRA, de que estarei de férias nas próximas duas semanas. Por esse motivo continuarei, dentro do possível, a actualizar este espaço.
Vinhos que recomendo: Aneto 2003 (tinto), Vinha da Costa 2004 (tinto), Meruge 2004 (tinto).
Até ao meu regresso e boas provas!
Para os apaixonados por vinhos do Douro, esta é uma aposta segura pela qualidade e preço.
No copo é opaco, muito denso, quase negro. O nariz é dominado pela baunilha, cereja e ginja. A boca é cheia, quase que se pode mastigar, bom fim-de-boca, longo, com boa "latitude" e "longitude".
Um vinho para acompanhar pratos fortes e condimentados, mais adequado para as noites frias de inverno. Falta-lhe acidez, leveza, mineralidade, alguma frescura e uns taninos um pouco mais espigadotes para ser a companhia ideal no verão.
Boas provas!