Depois de um longo silêncio deixo uma nota para alguns bons vinhos bebidos neste últimos dias de 2008.
Muito bom ou quase excelente: Poeira 2005 Maior qualidade que a média:S de Soberanas 2004; O Mouro 2005. Qualidade média:Companhia das Lezirias Cabernet Sauvignon 2005 ; Ázeo 2004.
Já está no mercado o fruto da parceria de José Maria Soares Franco e João Portugal Ramos, Duorum é o nome escolhido para este novo projecto enológico do Douro, claro. O preço ronda os 9.5 euros, óptima notícia para o consumidor.
No copo, apresenta cor cristalina e jovem. O nariz, é dominado por notas silvestres, especiadas e subtil aroma fumado. Na boca, apresenta estrutura média, taninos vivos, acidez ainda um pouco impositiva. Estamos perante um vinho muito bem feito, que promete dar mais num futuro próximo. Vamos dar-lhe um ano de garrafa e ver como vai evoluir!
No dia 1 de Novembro, os Carrascões vão estar uma vez mais reunidos. Ainda estou à espera que, a comissão me envie o programa detalhado para o dia. A data e a imagem do convite já estão definidos, agora é só aguardar pela hora e local de encontro.
Um abraço para todos os Carrascões, somos os maiores! :)
Portugal e o douro estão de parabéns, nasceu mais um projecto enológico nacional de qualidade!
No copo, a cor é violácea, o aspecto jovem, cheio de potêncial para evoluir em garrafa. No nariz, os aromas tostados, resultado do casamento entre a fruta e a madeira, são quem manda. Mais ao longe notas especiadas e um pouco de álcool sobrepõem-se à madeira. A boca está um pouco austera, nada que o tempo não possa vir a corrigir. Dos taninos nobres conjugados com boa acidez nasce o desenho para um bom perfil de boca. Dê-lhe algum tempo!
Acabado de chegar ao mercado, este tinto do ribatejo conquista adeptos pela elevada relação qualidade/preço.
O perfil é moderno e pensado para o consumo em novo. De cor rubi de onde se soltão notas de fruta e alguma madeira, é aqui que se sentem os primeiros aromas a alfrocheiro. Na boca é suave, um pouco alicorado, apresenta boa densidade e taninos bem maduros.
De cor granada, fixa-se no copo com densidade média. Dos aromas a fruta e especiarias, resulta uma combinação de aromas muito agradável e conquistadora. A prova de boca revela um vinho encorpado (o que não se estranha num "Ribatejano"), de taninos vivos e boa acidez, prometendo longa vida em garrafa. Final cheio, com presença de notas a madeira. Aparentemente, o Falcoaria 2005 parece ser uma excelente companhia para as noites frias de inverno.
Últimas aquisições da santaGARRAFEIRA, a maior parte será para guarda, ainda assim, alguns dos vinhos serão provados ao longo dos próximos meses. Aqui fica a lista de tintos e número de garrafas: Douro Lavradores de Feitoria Grande Escolha 2004 (1); Quinta do Infantado Reserva 2005 (2); Poeira 2005 (2); Aneto 2003 (1); Meruge 2004 (3); Quinta de Roriz Reserva 2004 (3); Quinta da Touriga Chã 2005 (1).
Alentejo Herdade de São Miguel Reserva 2005 (4); Herdade dos Grous Reserva 2005 (1); Monte da Cal Vinha de Saturno 2004 (1); Malhadinha 2005 (1).
Dão Vinha Paz Reserva 2005 (1); Pape 2005 (1).
Bairrada CC 2004 (2); Termeão Pássaro Vermelho 2005 (2); Lopo de Freitas 2004 (2).
Estremadura Chocapalha Reserva 2005 (1).
Beiras Luís Pato Vinhas Velhas 2004 (1).
Ribatejo Fiuza Cabernet Sauvignon 2005 (3); Mythos 2004 (2); Tributo 2005 (1); Q.ta da Lagoalva de Cima Reserva 2005 (2).
Terras do Sado S de Soberanas 2004 (2); Cavalo Maluco 2005 (1); EMME Cab. Sau. Selecção Especial 2003 (3); Má Partilha 2005 (1).