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Este fim-de-semana foi dedicado às compras. Estas são as "ampolas" que já descansam na garrafeira:
Douro/Dão
Doda 2007 (Dirk Niepoort & Álvaro Castro).
Bairrada
Calda Bordaleza 2006 (Campolargo).
Península de Setúbal
Só Syrah 2007 (Bacalhôa), Só Touriga Nacional (Bacalhôa);
Alambre 20 Anos - Moscatel (José Maria da Fonseca).
Madurão, com madeira sedutora e de elevada qualidade. Muitas notas a tinta da china e grafite. De corpo cheio, na boca, é quase pastoso, ainda jovem, aguarda pela maturidade na garrafa. Apresenta ainda um ligeiro travo rústico, e taninos demasiado vibrantes. Ao beber este Vinhas Velhas 2006 percebemos que estamos perante um vinho que foge aos cánones da enologia geral. Todo ele transpira carácter, e energia e longevidade. Neste momento, deve ser servido com todos os mimos, decante-o e tenha toda a atenção com a temperatura!
Comprado por um pouco menos de 24 euros no Terreiro (Cartaxo).
Vinha Paz é uma daquelas marcas de vinhos que não vende pela beleza da garrafa ou do rótulo. Para este produtor, o que importa mesmo é o conteúdo e esse é de elevada qualidade!
No copo, apresenta-se vestido de cor rubi de elevada densidade. Aromas de grande complexidade, apelativos e muito bem casados. Boas e elegantes notas balsâmicas conjugadas com uma pitada vegetal. Festival de frutos vermelhos maduros e fruta de baga preta, ligeiramente fumado e especiado. A boca é muito equilibrada e revela grande harmonia entre álcool e acidez. Muito frutado, com a madeira a fazer o seu trabalho sem ultrapassar o limite do agradável. Taninos bem desenhados e domesticados. Termina fresco e algo persistente.
Excelente vinho de guarda!
Este néctar apresenta um vermelho profundo e denso. Aromaticamente intenso, é dominado por notas a frutos pretos maduros, boas notas florais a violeta e algum exotismo que a madeira lhe deixou. Do descanso em barricas resultam ainda aromas a especiarias e frutos secos. Aromaticamente muito complexo com natural tendência para melhorar com o tempo em garrafa. O corpo é vigoroso, a acidez está muito equilibrada e os taninos muito firmes, redondos e bem envolvidos no conjunto. Aposta segura para quem procura vinhos com longevidade!
No copo, apresenta elegância de cor rubi fruto de concentração média. O nariz é farto e rico em aromas a frutos vermelhos maduros associados a notas de baunilha. A boca é muito estruturada, os taninos estão bem trabalhados e redondos, é um vinho fresco fruto da acidez muito equilibrada. Primazia para a fruta, em segundo plano notas especiadas e minerais.
A santaGARRAFEIRA deseja a todos um boa Natal e um 2010 cheio de boas provas!
Depois de descansar no copo apresenta-se limpido e granado.
O nariz é medianamente perfumado. Aromas a fruta vermelha às quais se vão juntar algumas sugestões florais. O casamento com a madeira está bem feito e não o torna demasiado cansativo.
A boca é delicada, fina, cheia de fruta de várias proveniências. Apresenta-se com elevada riqueza e complexidade, prometendo boa vida na garrafa. O final é longo.